BES Photo 2012 no Museu Berardo
buy propecia onlineploads/2012/03/besphoto_2012-150×150.jpg” alt=”BES Photo 2012″ width=”150″ height=”150″ />A oitava edição do BES Photo está patente de 14 de março até 27 de maio, uma iniciativa que decorre dentro do espaço do Museu Coleção Berardo. O certame reune trabalhos inéditos dos quatro artistas em concurso e o vencedor será conhecido em 17 de abril. Os artistas em exposição foram previamente nomeados pelos três membros de um júri de seleção. A escolha do artista vencedor é feita por um júri de premiação. As visitas ao BES Photo decorrem das 10h00 às 19h00 e a entrada é gratuita. Em resultado da sua internacionalização, esta exposição será exibida na Pinoteca do Estado de São Paulo depois de apresentada em Lisboa.
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Duarte Amaral Netto (Portugal)
Fotógrafo português, com conteúdo expositivo marcado por presenças nacionais e internacionais, apresenta “Z 2012″, um trabalho desenvolvido a partir de pesquisa de peças fotográficas da época da II Guerra Mundial relacionadas com a vida de um médico especializado em lesões faciais. Construiu uma narrativa que transporta para aquele período e para as imagens marcantes da vida de “Z”.
Coletivo formado na cidade de São Paulo constituído pelos fotógrafos Pio Figueiroa, Rafael Jacinto, João Kehl e Carol Lopes, participa ativamente na cena cultural brasileira e também em exposições internacionais. Apresentam “Agora”, um trabalho introspetivo dedicado à captação de luz, brincando com as sombras e relacionando as imagens com o tempo e com o som.
Fotógrafo de Maputo, em actividade desde 1990, com presença no seu país de origem e internacional, apresenta “Dá Licença” uma exposição dedicada ao bairro de Mafalala, em Maputo (onde viveu Eusébio da Silva Ferreira), um ponto caraterizado por influências de várias nacionalidades e pelas suas cores fortes e ainda remanescentes da época colonial.
Fotógrafa do Rio de Janeiro, já expôs os seus trabalhos um pouco por todo o mundo. Apresenta “Lanterna Mágica”, um trabalho de imagens produzidas manualmente a partir de negativos do século XX e trabalhadas de forma a produzir uma mancha negra (por sobre-exposição de uma fonte de luz) que representa o consumo da imagem que fica oculta, abrindo caminho para a discussão filosófica sobre a ontologia da imagem fotográfica original.



