Lisboa para pais e filhos

1 Aldeia Típica de José Franco
Aldeia Típica de José FrancoA Aldeia Típica de José Franco situa-se na povoação do Sobreiro, entre Mafra e a Ericeira. É uma reprodução em tamanho real das antigas ocupações e costumes desta região saloia, com fiéis reconstruções de lojas, tabernas e oficinas, uma espécie de museu etnográfico ao ar livre. Encontra réplicas do moinho onde se moía o milho, a escola primária com as suas lousas, a loja do barbeiro-dentista, a mercearia da tia Helena com os seus víveres, a capela sob invocação de Santo António. Tudo como era nos começos do século XX. Expõe ainda algumas aldeias em miniatura, com as suas casas e habitantes, num permanente labor mecanizado. Mestre José Franco na Aldeia SaloiaJosé Franco (oleiro especializado em arte-sacra) iniciou, em 1945, a construção este museu popular, nos terrenos em redor da sua oficina. Aos poucos, o empreendimento foi crescendo até ao quarteirão completo que agora ocupa. O mestre José Franco faleceu em 2009, mas o espaço mantém-se em funcionamento e, como era sua vontade, sem cobrar entrada. Exibe, numa sala própria, os melhores exemplares das peças artísticas deste criador. A Aldeia Típica está aberta durante a semana e dispõe também de área de lazer para as crianças, espaço de restauração (o pão com chouriço é famoso) e uma loja de cerâmica artesanal. Para estacionar, encontra um parque colocado nas traseiras da aldeia.
2 Parque Bosque dos Gaios
Parque Bosque dos GaiosRecentemente inaugurado, é um parque recém-nascido do Estoril, no Alto dos Gaios, região que teve nas últimas décadas um acréscimo demográfico considerável e que aguardava impaciente a abertura do novo jardim ao público. As obras feitas foram parte do plano da autarquia de oferecer uma continuidade verde às hortas comunitárias, já em funcionamento a poente do parque. Permite ao visitante desfrutar de uma biodiversidade autóctone, num elegante pinhal à volta de uma ribeira. Uma das particularidades dos trabalhos no parque, que teve que ser tomada em conta, é a fauna singular que, apesar do crescimento urbano circundante, o jardim continua a albergar. Habitam ali águias, corujas, lebres e coelhos e, como não podia deixar de ser, gaios. Parque do Bosque dos GaiosCom a transformação cumprida, o jardim criado presenteia àqueles que o visitam mesas de recreio para merendar, um miradouro, equipamentos para o exercício físico e bastante espaço para ginástica e jogos, assim como percursos pedonais que permitem passeios lúdicos pela mata. Será ainda implantado um parque infantil e a associação de moradores do Alto dos  Gaios. O Gaio é um pássaro muito simpático, da família Corvidae, que adora as sementes das árvores, costuma escondê-las por baixo da terra, o que ajuda ao crescimento espontâneo de jovens árvores. Se tiverem a sorte de o ver atenção aos seus olhos e penas azuis.
3 Parque dos Poetas
Parque dos PoetasO Parque dos Poetas, inaugurado em 1993, está localizado na zona alta de Oeiras, nas proximidades do centro comercial Oeiras Shopping. Tem 10 hectares que incluem praças, alamedas, um auditório ao ar livre, uma fonte cibernética, entre outros recantos que fazem as delícias dos visitantes. As infra-estruturas incluem ainda um parque infantil, um parque polidesportivo e o estádio municipal de Oeiras, conferindo a este parque um carácter também desportivo que serve de palco a muitas actividades de desporto e lazer sobretudo nos meses de Verão. O projecto da Câmara Municipal de Oeiras, de co-autoria dos arquitectos paisagistas Francisco Caldeira Cabral e Elsa Severino, resulta da vontade de homenagear os poetas e a poesia nacional, nasce de um conceito inicial de David Mourão Ferreira e do escultou Francisco Simões. Parque dos PoetasAs obras escultóricas estão espalhadas um pouco por todo o parque, contando-se 60 referências a poetas nacionais ou de países de expressão portuguesa. O parque é atravessado pela Alameda dos Poetas, sendo o seu percurso principal que surge ladeada por várias "Ilhas" e jardins temáticos onde se instalaram as esculturas. Nomes como Florbela Espanca, Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner, Eugénio de Andrada, Fernando Pessoa, José Régio, entre muitos outros ficaram imortalizados nesta homenagem. Nas zonas circundantes do parque, os visitantes dispõem de cerca de 700 lugares de estacionamento e o acesso de transportes públicos é possível, a partir da estação de Paço de Arcos, utilizando o SATU, um moderno metro de superfície não tripulado, digno do século XXI.
4 Parque das Penhas do Marmeleiro
Parque das Penhas do MarmeleiroO Parque das Penhas do Marmeleiro, área com 4 hectares, encontra-se integrado no Parque Natural de Sintra e Cascais, no limítrofe destes dois concelhos fora de Lisboa. Quem vai a caminho de Cascais para a serra de Sintra, ou quem vem da serra para a vila marítima, encontrará o parque contíguo à localidade de Murches. O território do parque estava ser usado como lixeira ilegal, foi por isso introduzido no projecto de requalificação do PNSC, que incluiu a reflorestação da zona, a criação do Parque da Pedra Amarela e remodelação da Quinta do Pisão, apresentando-se agora como uma área ambiental e paisagística, tendo em conta o panorama visual privilegiado para a serra de Sintra. Parque das Penhas do MarmeleiroFoi inaugurado em Setembro de 2009, desde aí tem vindo a receber visitantes que se passeiam pelas duas plataformas edificadas com percursos em madeira, de modo a diminuir o efeito erosivo dos caminhantes. Podendo o  visitante contemplar tanto a Serra, como a Ribeira das Vinhas ou as Penhas do Marmeleiro. Um dos atractivos é o parque infantil, à moda antiga pois tem um castelo em madeira, que para os pequenos deve parecer enorme. Com um flora rasteira por entre rochedos as árvores que se encontram são principalmente autóctones, pinheiros e carvalhos, entre outras. Proximamente poder-se-á passar de bicicleta pelo percurso de madeira, de modo a ir concretizando a desejada ligação, Cascais-Sintra, com aquela máquina não poluente.
5 Darwin's Café
Darwin's CaféMais conhecido como o restaurante da Fundação Champalimaud, o Darwin's Café abriu em fevereiro de 2011 e tira bom proveito do cenário onde se situa, com uma ampla esplanada exterior aberta sobre o rio Tejo. A espaçosa e luminosa sala interior, preparada para receber cerca de 150 comensais, está decorada com elegância e remete para as antigas bibliotecas científicas. A gestão do espaço está a cargo do chef António Runa, também responsável pelo LA Caffé da Avenida da Liberdade, que para aqui compôs um menu onde sobressaem os risottos, as massas e os folhados. Mas aventure-se nos tentáculos de polvo sobre esmagada de batata doce ou no tornedó de pato gratinado com mozzarella, para experimentar algo de diferente e saboroso. Nas sobremesas, destacam-se o gaspacho de morangos, pêssegos e hortelã e o creme brullé de beringela com gelado de macadâmia. Há ainda um menu infantil que inclui hamburguer com ovo estrelado e batata frita, uma bola de gelado e um sumo natural. Esplanada Darwin's CaféA carta de vinhos está bem fornecida de verdes, brancos, rosés e tintos provenientes de todas as regiões vinícolas de Portugal. Também há um menu para lanches, servidos na esplanada, cheio de hamburguers, tostas, sandes e sumos naturais. Para os almoços e jantares, é boa ideia reservar com antecedência, porque o Darwin's Café está na moda. Infelizmente, o serviço é correto, mas um pouco caótico. Aproveite para apreciar o azul do ponto onde o rio se encontra com o oceano para não se incomodar com as prolongadas esperas. Pode fumar na esplanada exterior e arrumar o carro no parque subterrâneo da Fundação Champalimaud. Atenção, que o Darwin's Café fecha aos jantares de segundas-feiras.
6 Jardim da Estrela
Jardim da EstrelaO jardim da Estrela, designação popular do jardim Guerra Junqueiro, foi inaugurado em 1852. Está localizado na praça da Estrela, em frente à basílica do mesmo nome e tem uma dimensão de 4,6 hectares. Fundado por António Bernardo da Costa Cabral, contou com o apoio da rainha D. Maria II e a orientação do francês Jean Baptiste Bonnard, à época mestre-jardineiro de vários jardins de Lisboa. A sua criação resulta do facto de, a partir do terramoto de 1755, a zona da Estrela ter atraído muitas famílias da burguesia de então e que pretendiam um jardim perto da nova basílica, ali erguida em 1789, como alternativa às tradicionais matas, que despontavam pelos subúrbios da cidade. Jardim da EstrelaDurante a segunda metade do século XIX, o jardim da Estrela era uma das grandes atrações lisboetas, contando com quiosques, estufas e até a réplica de um pavilhão chinês, que entretanto desapareceram. Também albergou um leão, oferecido em 1871 pelo explorador Paiva Raposo, que ganhou o epíteto de “leão da Estrela” e que habitava uma jaula colocada junto da entrada da avenida Pedro Álvares Cabral. Atualmente, este jardim conta com quatro lagos distintos, uma pequena coleção de estatuária, um coreto antigo de ferro forjado, uma biblioteca pública, dois parques infantis, um café-restaurante e uma pequena esplanada. As suas árvores, algumas com 150 anos de vida e de pose imponente, incluem ginkgos, carvalhos-roble, cedro-dos-Himalaias, belas-sombras, araucárias-de-Cook, palmeiras-das-Canárias, figueiras-da-Austrália e alfarrobeiras. Pelo lado voltado para a basílica, passa o famoso elétrico 28. O jardim da Estrela abre todos os dias da semana.
7 Jardim Zoológico Lisboa
Interior do Jardim Zoológico de LisboaO Jardim Zoológico de Lisboa foi o primeiro do seu género, na Península Ibérica. Situa-se em Sete Rios e lá habitam mais de 330 espécies, entre mamíferos, aves, répteis e anfíbios. O parque foi aberto, em 1883, por um conjunto de promotores inspirados por iniciativas semelhantes na Europa. Um ano depois e com o apoio do rei D. Luís, inauguraram o Jardim Zoológico de Lisboa, inicialmente em São Sebastião da Pedreira. Em 1905, o parque mudou para o atual espaço da Quinta das Laranjeiras. O Jardim Zoológico de Lisboa abre todos os dias do ano, das 10h00 às 18h00. No verão, as portas fecham apenas às 20h00. Zoo de LisboaO Jardim Zoológico é um espaço de entretenimento, aliado à conservação e educação ambiental. Ao percorrer o parque, é possível visitar espécies que vivem em recintos próprios, como o solar dos leões, a aldeia dos macacos ou o habitat dos tigres. Mas há mais no Zoo de Lisboa, como a Baía dos Golfinhos, o Bosque Encantado onde se realizam proezas e voos livres de papagaios e aves de rapina, ou o Reptilário onde coabitam tartarugas, lagartos e cobras. O Jardim Zoológico conta ainda com um teleférico que percorre todo o parque e permite conhecê-lo de uma perspetiva aérea. O bilhete para o Zoo inclui todas as atrações do parque.
8 Quinta Pedagógica dos Olivais
A Quinta Pedagógica de Olivais está localizada entre o aeroporto e o parque das Nações e é uma verdadeira embaixada do mundo rural, dentro de Lisboa. Destinada aos miúdos, aproxima-os do campo e das suas tradições agro-pecuárias. A presença de vários animais próprios das quintas, é especialmente popular entre as crianças que a visitam. Durante o inverno, esta Quinta Pedagógica abre até às 17h30, enquanto que no verão permanece aberta até às 19h00. A entrada é gratuita, mas a participação nas várias atividades lúdicas, que aqui se desenvolvem, requer marcação antecipada. Encerra às segundas-feiras. A Quinta Pedagógica dos Olivais está dividida em sete espaços distintos, entre hortas, estufas e estábulos. Num espaço de dois hectares, organizam-se atividades diárias, próprias de uma quinta, como a lavoura, a manutenção das hortas e pomares e o cuidar dos animais domésticos. É por lá que habitam porcos, burros, vacas ou cabras, para além de uma vasta variedade de plantas. Além disso, dispõe ainda um complexo de cozinhas composto por padaria, doçaria e queijaria, onde se desenvolvem atividades onde os visitantes são convidados a pôr as mãos na massa e confecionar os seus próprios produtos. Também existem eventos familiares mensais, como workshops de cerâmica e ciclos musicais.
9 Fábrica da Pólvora
Fábrica da PólvoraA Fábrica da Pólvora é um complexo de serviços de lazer, cultura e divertimento. Localizado em Barcarena, no concelho de Oeiras, começou por ser uma dependência do Arsenal do Exército, de 1791 a 1869. Desde essa altura, o espaço foi utilizado para várias outras funções, sempre ligadas ao armazenamente e produção de pólvora, até que em 1995 a Câmara Municipal de Oeiras adquire as instalações, inaugurando o espaço aberto a todos em 1998. Fábrica da PólvoraPara além de espaços verdes, a Fábrica da Pólvora inclui parque de merendas, parque infantil, um circuito desportivo de manutenção, um auditório ao ar livre com capacidade para 700 pessoas e viveiros municipais. Os serviços, que incluem também algumas dependências da Câmara Municipal de Oeiras, incluem restauração, um museu que inclui também uma exposição do povoado pré-histórico de Leceia, um centro de estudos arqueológicos e o centro de experimentação artística do Clube Português de Artes e Ideias. O horário de funcionamento deste complexo varia de Verão e Inverno nas zonas de parque infantil e de merendas, das 9h00 às 21h00 no Verão e até às 18h no Inverno.
10 Bem-Me-Quer
Bem-me-QuerO Bem-Me-Quer é um restaurante vegetariano, que funciona também como casa de chá e chocolateria. Distribuído por dois pisos, é um espaço familiar e tranquilo com uma decoração minimalista, jogando com cores vivas sobre branco. A originalidade deste restaurante são os jantares sensoriais às escuras, todas as quintas e sextas-feiras (apenas por marcação prévia). Este restaurante oferece um serviço de takeaway e promove workshops de culinária para adultos e crianças. O Bem-Me-Quer encerra aos domingos. Restaurante Bem-Me-QuerAos almoços, as especialidades do restaurante Bem-Me-Quer são vegetarianas, misturando paladares mediterrânicos com mexicanos. Tudo é feito na hora: as sopas diversas, a moussaka de beringela (um prato típico dos Balcãs) e o rolo de espinafres. Nas sobremesas sobressaem a tarte de maça e o crepe de requeijão de Seia com compota. Na sua vertente de chocolateria, destacam-se os bombons de gengibre, canela e chá verde, tudo feito artesanalmente (e sem açúcar) com chocolate francês da reputada marca Valhrona.
11 Amo-te Ciência
Amo-te CiênciaO Amo-te Ciência, inaugurado em janeiro de 2012, é a expansão desta cadeia de cafés-restaurantes para a zona mais oriental de Lisboa. O Amo-te Ciência aposta num cruzamento entre as filosofias da sua própria marca e a do Pavilhão do Conhecimento. Apresenta-se com um grande coração vermelho, recheado de referências a elementos científicos, transmitindo cor ao ambiente mais asséptico da estrutura onde se insere. O Amo-te Ciência está aberto todos os dias da semana e às segundas e terças-feiras encerra às 19h00. Amo-te CiênciaO Amo-te Ciência lembra um colorido laboratório científico. O pavimento e as cadeiras estão pintadas a vermelho, o teto e as mesas a branco e as paredes a preto. É um sítio versátil, que acolhe cerca de 50 pessoas no interior e mais 20 na sua esplanada exterior. Na cozinha, a presença de ingredientes frescos nota-se na qualidade dos pratos aqui servidos. Exemplos disto são os ovos mexidos com farinheira, o carpaccio de carne ou salmão e ainda as famosas francesinhas em forma de coração. Pode escolher entre o menu de almoço e os pratos da carta.
12 Pavilhão do Conhecimento
Pavilhão do Conhecimento - Ciência VivaO Pavilhão de Conhecimento está situado no parque das Nações é um centro interativo dedicado à ciência e tecnologia, especialmente popular entre os mais novos. Abriu portas em 1999 e depois de ter funcionado como pavilhão do Conhecimento dos Mares, na Expo'98, foi adaptado para a atual função. Oferece várias exposições e atividades interativas, explorando os mais variados temas de uma forma muito descontraída e lúdica. O Pavilhão do Conhecimento encerra às segundas-feiras e aos sábados, domingos e feriados, abre das 11h00 às 19h00. O preço de entrada varia entre os quatro (crianças) e os oito euros (adultos). Pavilhão do Conhecimento - Casa InacabadaO Pavilhão do Conhecimento recebe regularmente várias exposições temporárias, sempre relacionadas com a ciência. Além delas, alberga uma exposição permanente dividida em quatro núcleos: Explora, dedicado a experiências cientificas; Vê, Faz, Aprende!, onde se aprende através da interação com dezenas de módulos; Brincar Ciência, um espaço onde as crianças dos três aos seis anos brincam na Casa Inacabada; e Exposição em Fuga, um conjunto de elementos interativos espalhados ao longo do centro. Com uma oferta tão variada, é sempre uma ótima diversão para os mais novos. Dispõe ainda de uma cafetaria e loja de recordações.
13 Oceanário de Lisboa
Mascote Vasco do Oceanário de LisboaO Oceanário de Lisboa, o segundo maior do mundo, foi inaugurado para a Exposição Mundial de 1998. Esta atração integra dois edifícios, ligados por um enorme átrio decorado com um painel de 55 mil azulejos. O edifício original dos Oceanos está instalado num cais rodeado de água e o novo edifício do Mar foi inaugurado em 2011. A mascote do Oceanário é um boneco azul chamado Vasco, numa referência ao navegador Vasco da Gama, que descobriu o caminho marítimo para a Índia. Dois enormes Vascos saúdam os visitantes, um colocado no pátio em frente da ligação entre os dois edifícios e um outro imerso na baía que circunda o edifício dos Oceanos. A Casa do Vasco (no edifício dos Oceanos) é um espaço lúdico com o objectivo de sensibilizar as crianças para a utilização responsável dos recursos marinhos. A magia dos cinco habitats OceanárioO centro do Oceanário, no edifício dos Oceanos, é um enorme aquário de sete metros de altura e 30 centímetros de espessura onde vivem espécies como mantas, tubarões, atuns e o plácido peixe-lua, o maior peixe ósseo do mundo (com um peso de 1.000 quilos). À sua volta existem espaços que recriam quatro habitats diferentes. No habitat do Atlântico Norte, que simula uma gruta natural dos Açores, proliferam estrelas-do-mar e papagaios-do-mar. Os pinguins e as andorinhas do mar encontram-se no habitat do Antártico. No Pacífico, oceano baptizado pelo navegador português Fernão de Magalhães, pode ver anémonas, gaivotas e as divertidas lontras marinhas. Finalmente, no Índico Tropical, o ambiente húmido e peixes de cores vibrantes transportam para o outro lado do Mundo. O edifício do Mar, um outro aquário que permite aos visitantes usufruir de impressionantes ângulos de visão através de 45 janelas colocadas ao longo de todo o espaço, destina-se a exposições temporárias. OceanárioCom um milhão de visitantes anuais, o Oceanário de Lisboa é a atração mais popular em Lisboa. A sua arquitetura singular, as espécies marítimas que nadam sozinhas ou em cardume pelo imenso aquário central, as aves marinhas que voam dentro dos seus habitats, a enorme variedade de espécies animais e vegetais, tudo é motivo para uma visita prolongada e inesquecível. Informações úteis Existem bilhetes combinados para os dois espaços ou apenas para cada um deles. Na versão combinada, os adultos pagam 16 euros e crianças com mais de três anos e seniores pagam 11 euros. Crianças até aos três anos estão isentas e se optar por visitar apenas um dos dois espaços, conseguirá preços mais reduzidos. Se comprar os bilhetes online, obtém um desconto de 10%. No verão, o Oceanário abre das 10h00 às 20h00, mas no inverno fecha às 19h00 (última entrada sempre uma hora antes do fecho). Nos dias 1 de janeiro e 25 de dezembro, a abertura é mais tarde, respetivamente às 12h00 e às 13h00. Prepare-se para demorar mais tempo do que planeia!

Crianças em LisboaLisboa é, cada vez mais, uma cidade para pais e filhos. A oferta de espaços e programas vocacionados para as famílias – aqui residentes ou visitantes – é crescente e muitos sítios foram especialmente abertos, nos últimos anos, para as receberem. Por outro lado, esta é uma cidade segura, onde todos podem andar à vontade, aproveitando também a rede de transportes públicos para se deslocarem com relativa facilidade (especialmente aos fins-de-semana). Entre jardins, parques verdes, esplanadas, restaurantes e equipamentos culturais destinados a crianças, pais e filhos têm, em Lisboa, muito por onde se divertirem

Esplanada Darwin's CaféPara quem aprecia os espaços verdes, há lugares especialmente recomendáveis, como o jardim da Estrela, junto à Basílica com o mesmo nome, onde existem dois parques infantis, um coreto e duas simpáticas esplanadas. Claro que saíndo de Lisboa, as opções aumentam: o parque dos Poetas, em Oeiras, é uma das incontornáveis, assim como o parque Bosque dos Gaios (Estoril) ou o parque das Penhas do Marmeleiro, no Parque Natural de Sintra e Cascais. Não é propriamente um parque, mas a Quinta Pedagógica dos Olivais é o espaço ideal para passar um dia diferente. Por lá, recriam-se tradições rurais de norte a sul do país, com atividades próprias de uma quinta, como a lavoura e o tratamento de animais domésticos. Existem ainda várias atividades nas quais pode participar, como a confeção de pão. E se se afastar um pouco de Lisboa, chega à Aldeia Típica de José Franco. Situada no Sobreiro – entre Mafra e a Ericeira – é uma reprodução em tamanho real desta região saloia, recriando os antigos ofícios que a ocupavam. Moinhos, barbeiros-dentistas e até escolas primárias, não falta nada nesta aldeia típica.

Pavilhão do Conhecimento - Casa InacabadaSe idealizou um roteiro mais urbano, ainda tem muito por onde escolher. O Darwin’s Café é um bom ponto de partida. Localizado na Fundação Champalimaud, conta com uma das maiores esplanadas da cidade e também dispõe de uma vista privilegiada para o rio Tejo. Se preferir uma opção alternativa, encontra-a no Bem-me-Quer, um restaurante vegetariano de cariz familiar. Mas se quiser juntar o útil ao agradável, pode visitar o Amo-te Ciência, que fica junto ao Pavilhão do Conhecimento. Este equipamento dedicado à ciência e tecnologia é um dos grandes favoritos de miúdos e graúdos – que facilmente se convertem à interatividade das suas exposições. E aproveitando que está no Parque das Nações, visite o Oceanário de Lisboa, onde milhares de espécies de peixes, aves e mamíferos marítimos usufruam de réplicas dos seus habitats naturais. O Jardim Zoológico de Lisboa é outro dos espaços favoritos de pais e filhos, porque neste espaço alia-se conservação à educação ambiental, sendo possível encontrar todo o tipo de espécimes exóticas. A última sugestão é a Fábrica da Pólvora, um antigo complexo militar reabilitado, para agora funcionar como um centro de lazer e cultura. Mais um sítio onde os pais podem repousar, enquanto os miúdos se divertem nos vários equipamentos disponíveis.