1 Fábrica da Pólvora
A Fábrica da Pólvora é um complexo de serviços de lazer, cultura e divertimento. Localizado em Barcarena, no concelho de Oeiras, começou por ser uma dependência do Arsenal do Exército, de 1791 a 1869. Desde essa altura, o espaço foi utilizado para várias outras funções, sempre ligadas ao armazenamente e produção de pólvora, até que em 1995 a Câmara Municipal de Oeiras adquire as instalações, inaugurando o espaço aberto a todos em 1998.
Para além de espaços verdes, a Fábrica da Pólvora inclui parque de merendas, parque infantil, um circuito desportivo de manutenção, um auditório ao ar livre com capacidade para 700 pessoas e viveiros municipais. Os serviços, que incluem também algumas dependências da Câmara Municipal de Oeiras, incluem restauração, um museu que inclui também uma exposição do povoado pré-histórico de Leceia, um centro de estudos arqueológicos e o centro de experimentação artística do Clube Português de Artes e Ideias.
O horário de funcionamento deste complexo varia de Verão e Inverno nas zonas de parque infantil e de merendas, das 9h00 às 21h00 no Verão e até às 18h no Inverno.2 Parque Bosque dos Gaios
Recentemente inaugurado, é um parque recém-nascido do Estoril, no Alto dos Gaios, região que teve nas últimas décadas um acréscimo demográfico considerável e que aguardava impaciente a abertura do novo jardim ao público. As obras feitas foram parte do plano da autarquia de oferecer uma continuidade verde às hortas comunitárias, já em funcionamento a poente do parque.
Permite ao visitante desfrutar de uma biodiversidade autóctone, num elegante pinhal à volta de uma ribeira. Uma das particularidades dos trabalhos no parque, que teve que ser tomada em conta, é a fauna singular que, apesar do crescimento urbano circundante, o jardim continua a albergar. Habitam ali águias, corujas, lebres e coelhos e, como não podia deixar de ser, gaios.
Com a transformação cumprida, o jardim criado presenteia àqueles que o visitam mesas de recreio para merendar, um miradouro, equipamentos para o exercício físico e bastante espaço para ginástica e jogos, assim como percursos pedonais que permitem passeios lúdicos pela mata.
Será ainda implantado um parque infantil e a associação de moradores do Alto dos Gaios. O Gaio é um pássaro muito simpático, da família Corvidae, que adora as sementes das árvores, costuma escondê-las por baixo da terra, o que ajuda ao crescimento espontâneo de jovens árvores. Se tiverem a sorte de o ver atenção aos seus olhos e penas azuis.3 Parque dos Poetas
O Parque dos Poetas, inaugurado em 1993, está localizado na zona alta de Oeiras, nas proximidades do centro comercial Oeiras Shopping. Tem 10 hectares que incluem praças, alamedas, um auditório ao ar livre, uma fonte cibernética, entre outros recantos que fazem as delícias dos visitantes. As infra-estruturas incluem ainda um parque infantil, um parque polidesportivo e o estádio municipal de Oeiras, conferindo a este parque um carácter também desportivo que serve de palco a muitas actividades de desporto e lazer sobretudo nos meses de Verão. O projecto da Câmara Municipal de Oeiras, de co-autoria dos arquitectos paisagistas Francisco Caldeira Cabral e Elsa Severino, resulta da vontade de homenagear os poetas e a poesia nacional, nasce de um conceito inicial de David Mourão Ferreira e do escultou Francisco Simões.
As obras escultóricas estão espalhadas um pouco por todo o parque, contando-se 60 referências a poetas nacionais ou de países de expressão portuguesa. O parque é atravessado pela Alameda dos Poetas, sendo o seu percurso principal que surge ladeada por várias "Ilhas" e jardins temáticos onde se instalaram as esculturas. Nomes como Florbela Espanca, Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner, Eugénio de Andrada, Fernando Pessoa, José Régio, entre muitos outros ficaram imortalizados nesta homenagem. Nas zonas circundantes do parque, os visitantes dispõem de cerca de 700 lugares de estacionamento e o acesso de transportes públicos é possível, a partir da estação de Paço de Arcos, utilizando o SATU, um moderno metro de superfície não tripulado, digno do século XXI.4 Parque das Penhas do Marmeleiro
O Parque das Penhas do Marmeleiro, área com 4 hectares, encontra-se integrado no Parque Natural de Sintra e Cascais, no limítrofe destes dois concelhos fora de Lisboa. Quem vai a caminho de Cascais para a serra de Sintra, ou quem vem da serra para a vila marítima, encontrará o parque contíguo à localidade de Murches.
O território do parque estava ser usado como lixeira ilegal, foi por isso introduzido no projecto de requalificação do PNSC, que incluiu a reflorestação da zona, a criação do Parque da Pedra Amarela e remodelação da Quinta do Pisão, apresentando-se agora como uma área ambiental e paisagística, tendo em conta o panorama visual privilegiado para a serra de Sintra.
Foi inaugurado em Setembro de 2009, desde aí tem vindo a receber visitantes que se passeiam pelas duas plataformas edificadas com percursos em madeira, de modo a diminuir o efeito erosivo dos caminhantes. Podendo o visitante contemplar tanto a Serra, como a Ribeira das Vinhas ou as Penhas do Marmeleiro.
Um dos atractivos é o parque infantil, à moda antiga pois tem um castelo em madeira, que para os pequenos deve parecer enorme.
Com um flora rasteira por entre rochedos as árvores que se encontram são principalmente autóctones, pinheiros e carvalhos, entre outras. Proximamente poder-se-á passar de bicicleta pelo percurso de madeira, de modo a ir concretizando a desejada ligação, Cascais-Sintra, com aquela máquina não poluente.5 Darwin's Café
Mais conhecido como o restaurante da Fundação Champalimaud, o Darwin's Café abriu em fevereiro de 2011 e tira bom proveito do cenário onde se situa, com uma ampla esplanada exterior aberta sobre o rio Tejo. A espaçosa e luminosa sala interior, preparada para receber cerca de 150 comensais, está decorada com elegância e remete para as antigas bibliotecas científicas. A gestão do espaço está a cargo do chef António Runa, também responsável pelo LA Caffé da Avenida da Liberdade, que para aqui compôs um menu onde sobressaem os risottos, as massas e os folhados. Mas aventure-se nos tentáculos de polvo sobre esmagada de batata doce ou no tornedó de pato gratinado com mozzarella, para experimentar algo de diferente e saboroso. Nas sobremesas, destacam-se o gaspacho de morangos, pêssegos e hortelã e o creme brullé de beringela com gelado de macadâmia. Há ainda um menu infantil que inclui hamburguer com ovo estrelado e batata frita, uma bola de gelado e um sumo natural.
A carta de vinhos está bem fornecida de verdes, brancos, rosés e tintos provenientes de todas as regiões vinícolas de Portugal. Também há um menu para lanches, servidos na esplanada, cheio de hamburguers, tostas, sandes e sumos naturais. Para os almoços e jantares, é boa ideia reservar com antecedência, porque o Darwin's Café está na moda. Infelizmente, o serviço é correto, mas um pouco caótico. Aproveite para apreciar o azul do ponto onde o rio se encontra com o oceano para não se incomodar com as prolongadas esperas. Pode fumar na esplanada exterior e arrumar o carro no parque subterrâneo da Fundação Champalimaud. Atenção, que o Darwin's Café fecha aos jantares de segundas-feiras.6 Jardim da Estrela
O jardim da Estrela, designação popular do jardim Guerra Junqueiro, foi inaugurado em 1852. Está localizado na praça da Estrela, em frente à basílica do mesmo nome e tem uma dimensão de 4,6 hectares. Fundado por António Bernardo da Costa Cabral, contou com o apoio da rainha D. Maria II e a orientação do francês Jean Baptiste Bonnard, à época mestre-jardineiro de vários jardins de Lisboa. A sua criação resulta do facto de, a partir do terramoto de 1755, a zona da Estrela ter atraído muitas famílias da burguesia de então e que pretendiam um jardim perto da nova basílica, ali erguida em 1789, como alternativa às tradicionais matas, que despontavam pelos subúrbios da cidade.
Durante a segunda metade do século XIX, o jardim da Estrela era uma das grandes atrações lisboetas, contando com quiosques, estufas e até a réplica de um pavilhão chinês, que entretanto desapareceram. Também albergou um leão, oferecido em 1871 pelo explorador Paiva Raposo, que ganhou o epíteto de “leão da Estrela” e que habitava uma jaula colocada junto da entrada da avenida Pedro Álvares Cabral. Atualmente, este jardim conta com quatro lagos distintos, uma pequena coleção de estatuária, um coreto antigo de ferro forjado, uma biblioteca pública, dois parques infantis, um café-restaurante e uma pequena esplanada. As suas árvores, algumas com 150 anos de vida e de pose imponente, incluem ginkgos, carvalhos-roble, cedro-dos-Himalaias, belas-sombras, araucárias-de-Cook, palmeiras-das-Canárias, figueiras-da-Austrália e alfarrobeiras. Pelo lado voltado para a basílica, passa o famoso elétrico 28. O jardim da Estrela abre todos os dias da semana.7 Amo-te Ciência
O Amo-te Ciência, inaugurado em janeiro de 2012, é a expansão desta cadeia de cafés-restaurantes para a zona mais oriental de Lisboa. Já presente noutros pontos da cidade, como no Chiado, Museu da Eletricidade e teatro D. Maria II, o Amo-te Ciência aposta num cruzamento entre as filosofias da sua própria marca e do Pavilhão do Conhecimento, uma atração muito popular entre as crianças. Apresenta-se com um grande coração vermelho, recheado de referências a elementos científicos, transmitindo cor ao ambiente mais asséptico da infra-estrutura cultural onde se insere, projetada pelo arquiteto Carrilho da Graça.
Este grande coração marca a entrada para o interior, um espaço amplo e de grande pé direito. A atmosfera lembra um laboratório científico colorido. O pavimento e as cadeiras estão pintadas a vermelho, o teto e as mesas a branco e as paredes a preto. É um sítio versátil, que acolhe cerca de 50 pessoas no interior e mais umas 20 na esplanada exterior. E a química está mesmo presente, porque é o processo que transforma ingredientes frescos na cozinha agradável e leve do Amo-te. Exemplos são os ovos mexidos com farinheira, o carpaccio de carne ou salmão e ainda as famosas francesinhas em forma de coração. Pode escolher entre o menu de almoço ou os pratos da carta. O Amo-te Ciência está aberto todos os dias da semana e às segundas e terças-feiras encerra às 19h00.8 Bem-Me-Quer
O Bem-Me-Quer é um restaurante vegetariano, que funciona também como casa de chá e chocolateria. Distribuído por dois pisos, é um espaço familiar e tranquilo com uma decoração minimalista, jogando com cores vivas sobre branco. A originalidade deste restaurante são os jantares sensoriais às escuras, que organiza às quintas e sextas-feiras (apenas por marcação prévia). Fecham-se as cortinas, apagam-se as luzes e um empregado invisual serve um menu de degustação inspirado em cozinha molecular. É uma verdadeira provocação aos sentidos do olfato e do paladar, obrigados assim a exercitarem-se da forma mais radical.
Aos almoços, as especialidades do restaurante Bem-Me-Quer são vegetarianas, misturando paladares mediterrânicos com mexicanos. Tudo é feito na hora: as sopas diversas, a moussaka de beringela (um prato típico dos Balcãs) e o rolo de espinafres. Nas sobremesas sobressaem a tarte de maça e o crepe de requeijão de Seia com compota. Na sua vertente de chocolateria, destacam-se os bombons de gengibre, canela e chá verde, tudo feito artesanalmente (e sem açucar) com chocolate francês da reputada marca Valhrona. Este restaurante oferece um serviço de takeaway e promove workshops de culinária para adultos e crianças (veja o calendário no site). O Bem-Me-Quer encerra aos domingos.9 Pavilhão do Conhecimento
Localizado no Parque das Nações, o Pavilhão de Conhecimento – Ciência Viva é um museu interactivo dedicado à ciência e à tecnologia.
Abriu portas em 1999, mas durante a Expo 98 funcionou aqui o Pavilhão do Conhecimento dos Mares, projectado pelo arquitecto Carrilho da Graça (Prémio Valmor de Arquitectura), e ao qual foi adaptado o actual espaço.
O principal objectivo deste museu é estimular o conhecimento científico do mundo físico e difundir a cultura cientifica e tecnológica aos cidadãos. Para isso oferece aos visitantes várias exposições e actividades interactivas muito acessíveis, que exploram os mais variados temas de uma forma descontraída e lúdica.
A exposição permanente divide-se em 4 núcleos:
- "Explora": dedicado a experiências cientificas;
- "Vê, Faz, Aprende!": através da interacção dos visitantes com os 66 módulos, pode-se aprender e concluir muitas coisas.
- "Casa Inacabada": onde as crianças constroem casas do seu tamanho;
- "Matemática Viva": mostra como é possível aprender matemática a brincar.
Para além das exposições, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva promove ainda diversas acções de divulgação científica e outras iniciativas de carácter educativo, como ateliers, colóquios, etc.
O pavilhão possui ainda uma óptima cafetaria, uma livraria e uma loja.
Horário: De Terça-feira a Sexta-feira das 10h00 às 18h00. Sábado, Domingo e Feriados das 11h00 às 19h00. Encerra Segunda-feira e nos dias 24, 25 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.
O principal objectivo deste museu é estimular o conhecimento científico do mundo físico e difundir a cultura cientifica e tecnológica aos cidadãos. Para isso oferece aos visitantes várias exposições e actividades interactivas muito acessíveis, que exploram os mais variados temas de uma forma descontraída e lúdica.
A exposição permanente divide-se em 4 núcleos:
- "Explora": dedicado a experiências cientificas;
- "Vê, Faz, Aprende!": através da interacção dos visitantes com os 66 módulos, pode-se aprender e concluir muitas coisas.
- "Casa Inacabada": onde as crianças constroem casas do seu tamanho;
- "Matemática Viva": mostra como é possível aprender matemática a brincar.
Para além das exposições, o Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva promove ainda diversas acções de divulgação científica e outras iniciativas de carácter educativo, como ateliers, colóquios, etc.
O pavilhão possui ainda uma óptima cafetaria, uma livraria e uma loja.
Horário: De Terça-feira a Sexta-feira das 10h00 às 18h00. Sábado, Domingo e Feriados das 11h00 às 19h00. Encerra Segunda-feira e nos dias 24, 25 e 31 de Dezembro e 1 de Janeiro.
Um guia de sugestões dedicado às famílias com crianças. Visite também pumpkin.pt
